
Nunca escrevi um diário, pelo menos com essa intenção demarcada - a de descrever o dia-a-dia "para mais tarde recordar". Mas não será, no fundo, uma espécie de "diário" tudo o que escrevemos?! se bem que desornado e nem sempre fiel à realidade (seja lá isso o que for), mas não é fruto da nossa experiência, das nossas vivências tudo o que escrevemos? Penso que as nossas narrativas nascem do que vivenciámos, seja em termos reais ou projectados. Por isso talvez eu, na realidade, escreva diários, vários e com formas distintas das comuns, mas o conteúdo de tudo o que escrevo parte, naturalmente do que vivo, vivi, lembro ou imagino....
O que imagino que aqui vou escrever, talvez esteja mais perto de um diário vulgar.
O que, penso, aqui vou descrever, serão os vários (muitos) passos que dei, dou e darei a caminho do Arco-Íris - da Boa Nova - de Deus - da minha vivência espirítual católica... em suma - do meu crescimento.
Queira Deus que seja um caminho seguro e que não me engane muitas vezes ao interpretar o mapa da vida!
